Seria muito bom, se os fim de semana fossem cheios... e o meio da semana nem tanto...
obs.: Este post foi alá twitter... rs
terça-feira, 10 de novembro de 2009
domingo, 8 de novembro de 2009
Galo x Flamengo
Em um jogo de futebol para vencer o time precisa de vários fatores, sei de alguns:
- Sorte
- Garra
- Movimentação
- Obediencia tatica
- Conjunto
Não vi nada disso no Galo, vitoria do Flamengo...
- Sorte
- Garra
- Movimentação
- Obediencia tatica
- Conjunto
Não vi nada disso no Galo, vitoria do Flamengo...
Quase um ano sem postar...
Putz quase um ano sem postar...
Estou de volta!
Para escrever o que, eu não sei.
Mas que eu estou voltando... eu estou...
Estou de volta!
Para escrever o que, eu não sei.
Mas que eu estou voltando... eu estou...
sábado, 27 de dezembro de 2008
Ela é minha menina
Ela é minha meninaEu sou o menino dela
Ela é o meu amor
E eu sou o amor todinho dela
A lua prateada se escondeu
E o sol dourado apareceu
Amanheceu um lindo dia Cheirando a alegria
Pois eu sonhei
E acordei pensando nela
Pois ela é minha menina
E eu sou o menino dela
Ela é o meu amor
E eu sou o amor todinho dela
A roseira já deu rosas
E a rosa que eu ganhei foi ela
Por ela eu ponho o meu coração
Na frente da razão
E vou dizer Pra todo mundo
Como eu gosto dela
Pois ela é minha menina
E eu sou o menino dela
Ela é o meu amor
E eu sou o amor todinho dela
Ela é minha menina
Eu sou o menino dela
Ela é o meu amor
E eu sou o amor todinho dela
A lua prateada se escondeu
E o sol dourado apareceu
Amanheceu um lindo dia
Cheirando a alegria
Pois eu sonhei
E acordei pensando nela
Pois ela é minha menina
E eu sou o menino dela
Ela é o meu amor
E eu sou o amor todinho dela
A roseira já deu rosas
E a rosa que eu ganhei foi ela
Por ela eu ponho o meu coração
Na frente da razão E vou dizer
Pra todo mundo
Como eu gosto dela
Pois ela é minha menina
E eu sou o menino dela
Ela é o meu amor
E eu sou o amor todinho dela
Minha menina, Minha menina...
Composição: Jorge Ben
****** Veja bem... Veja bem... Veja bem meu bem... *******
domingo, 14 de dezembro de 2008
Em mais um bar
Um grupo de amigos estão no bar e lá no meio da conversa o mais bêbado solta uma declaração daquelas de dar vergonha:
- Eu acho que tenho algum problema... (Com a cara meio triste os olhos perdidos no copo)
- Qual? ( Todos falam em coro...)
- De um tempo para cá eu não posso ver alguma mulher que fico imaginando...
- Imaginando o que? (Todos falam apreensivos)
- Imagino logo a cor do mamilo. (Fala isso baixo como se fosse a pior coisa do mundo)
- De qualquer uma? (Todos falam nervosos, até ríspidos)
- Não só das solteiras... (Fala meio acuado... temendo o pior)
- Ah bom! (Todos em um tom de brincadeira...)
- Eu acho que tenho algum problema... (Com a cara meio triste os olhos perdidos no copo)
- Qual? ( Todos falam em coro...)
- De um tempo para cá eu não posso ver alguma mulher que fico imaginando...
- Imaginando o que? (Todos falam apreensivos)
- Imagino logo a cor do mamilo. (Fala isso baixo como se fosse a pior coisa do mundo)
- De qualquer uma? (Todos falam nervosos, até ríspidos)
- Não só das solteiras... (Fala meio acuado... temendo o pior)
- Ah bom! (Todos em um tom de brincadeira...)
sábado, 22 de novembro de 2008
Minha Primeira Critica - Conduzindo miss Dayse
Ai ai... Critiquem!!! rsrsrs
A historia fala de uma senhora judia Dayse Wetharn vivida pela atriz Jessica Tandy que é obrigada pelo filho a conviver com um chofer Hoke Colburn vivido por Morgan Freeman que inicialmente é recusado por ela.
O filme se passa em uma época em que os negros não tinham os mesmos direitos nos Estados Unidos e a distancia dos dois personagens se dá em todos os elementos: Raça, Posição social, Cultural e Religiosa.
Para retratar esta distancia de mundos os diálogos são lentos pausados, além disto, o filme é narrado de forma lenta no ritmo dos protagonistas que são duas pessoas idosas vivendo em uma pacata cidade do interior dos Estados Unidos.
Além dos diálogos lentos e pausados entre as falas é muito comum no inicio do filme a senhora Dayse ser mostrada pela câmera no primeiro plano, no banco de traz do carro, fazendo com que ela seja vista como ar superior frente ao empregado.
Com o passar do filme o diretor mostra aproximação dos personagens de uma maneira bem sutil e verdadeira através de diálogos cada vez mais rápidos e menos formais, mas para retratar a inferioridade negra nunca o chofer esquece sua posição, ser um chofer.
Além do dialogo o ângulo da câmera passa mostrar os dois no mesmo plano e você passa a descobrir a solidão e os conflitos daquela senhora.
Até que no final do filme para retratar a fragilidade da senhora Dayse o diretor mostra ela tendo uma crise emocional com a câmera em um ângulo superior no fundo da imagem com toda a cena em cima dela, e em segundo plano, neste momento é o único momento do filme onde o chofer aparece de forma superior em primeiro plano.
Nesta cena onde ela esta mais frágil é o único momento onde ela confessa sua amizade pelo chofer quebrando assim todos os paradigmas da época e a distancia inicial.
A historia fala de uma senhora judia Dayse Wetharn vivida pela atriz Jessica Tandy que é obrigada pelo filho a conviver com um chofer Hoke Colburn vivido por Morgan Freeman que inicialmente é recusado por ela.
O filme se passa em uma época em que os negros não tinham os mesmos direitos nos Estados Unidos e a distancia dos dois personagens se dá em todos os elementos: Raça, Posição social, Cultural e Religiosa.
Para retratar esta distancia de mundos os diálogos são lentos pausados, além disto, o filme é narrado de forma lenta no ritmo dos protagonistas que são duas pessoas idosas vivendo em uma pacata cidade do interior dos Estados Unidos.
Além dos diálogos lentos e pausados entre as falas é muito comum no inicio do filme a senhora Dayse ser mostrada pela câmera no primeiro plano, no banco de traz do carro, fazendo com que ela seja vista como ar superior frente ao empregado.
Com o passar do filme o diretor mostra aproximação dos personagens de uma maneira bem sutil e verdadeira através de diálogos cada vez mais rápidos e menos formais, mas para retratar a inferioridade negra nunca o chofer esquece sua posição, ser um chofer.
Além do dialogo o ângulo da câmera passa mostrar os dois no mesmo plano e você passa a descobrir a solidão e os conflitos daquela senhora.
Até que no final do filme para retratar a fragilidade da senhora Dayse o diretor mostra ela tendo uma crise emocional com a câmera em um ângulo superior no fundo da imagem com toda a cena em cima dela, e em segundo plano, neste momento é o único momento do filme onde o chofer aparece de forma superior em primeiro plano.
Nesta cena onde ela esta mais frágil é o único momento onde ela confessa sua amizade pelo chofer quebrando assim todos os paradigmas da época e a distancia inicial.
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