quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Rapidinha do trabalho

Estava eu aqui trabalhando com o fone de ouvido (sempre) e o Leo me da um tapa no ombro:

(leo) - Vamos para o coquetel?
(eu) - Uai, vamos.
(no coquetel)
(eu) - Cara você sabe sobre o que é esse coquetel? O que estamos comemorando?
(leo) - Cara não sei não, mas pega o bolo que esta bom de mais!

Hehehehe

Historias

Gosto das historias, eu sempre gostei de escuta-las seja aonde ou como for.
Lembro quando era mais novo e ficava praticamente garimpando historias em webchats, mIRC, ICQ e MSN (De onde tc?). Tinha cada historia que a gente lia e eu sempre acreditava nelas.

Uma historia interessante que dificilmente vou esquecer nessa época é de uma mulher do nordeste que era dessedente de italianos e sabia falar a língua dos pais fluentemente devido a isso ela sempre entrava no chat de lá e ficava conversando com os italianos. Conheceu um homem que segundo ela era maravilhoso, inteligente, mandava mensagens para ela que a excitava no meio do dia e por ai vai.

Ele veio ao Brasil rolou a química presencial ele voltou para Itália ela foi para lá algumas vezes até que decidiram viver juntos no pais das massas e da calabresa.
Só que o homem não era um príncipe como ela tinha imaginado na sua intimidade ele era um louco, literalmente, ao ponto de começar a tranca-la em casa impedindo ela de sair de casa, ligar para o Brasil entrar na net e por ai vai.

E se não cumprisse era castigada. Eu uma vez a vi online e ela só por me ter respondido foi castigada. O castigo era sempre ele com uma faca se cortando na frente dela e falando:

- Olha o que você esta fazendo comigo, porque você me desobedeceu?

E quando terminava falava que a raiva era tanta que ele para não a machucar preferia se flagelar. Além é claro que sempre a via como inferior nas coisas mais fúteis, triviais até nas coisas mais complexas do dia a dia.

Isso foi consumindo ela por dentro, ela não sentia a autoconfiança que era a característica dela, seja pelo seu intelecto ou pelo corpo.

E ela ficou vários meses nessa historia, querendo sair e não saia, às vezes ela se dizia que iria melhorar, às vezes ela se dizia que tinha muito medo de voltar.

Viveu um ano em Milão, o seu pior pesadelo. O trauma foi tanto que ela sumiu da internet, não quer saber desse mundo de loucos, não quer saber de homem porque sempre fica pensando se ele realmente é daquele jeito na intimidade do lar.

Ultima vez que conversamos ela estava fazendo analise para arrumar o estrago que essa época causou.

Espero que esteja feliz.

Falando Nada

Engraçado como existem pessoas que são boas em falar nada... elas conseguem falar por muitos minutos sobre... nada. Fingem que sabem o assunto da discussão e ficam lá conversando sobre algo que eles não conhecem e o pior não querem muitas vezes nem conhecer. A gente já esbarrou com muitos deles por essa vida, seja profissional , seja pessoal.

Hora de revelação do blog: Eu já fui assim! Já tive que fingir que conhecia um assunto muitas vezes e sempre sem exceção era descoberto. E o pior que você fica desconcertado caindo do palanque, perde toda credibilidade, a conversa sai dos eixos e você fica com “cara de taxo”.

Hoje não faço isso mais, prefiro assumir minha ignorância e quando isso acontece tento conduzir a conversa através de perguntas. E fico com o sentimento que a pessoa muitas vezes sai da conversa pensando: “Que homem interessado...” mas claro que também tem, “Mas como assim você não sabe?” ou até mesmo “Putz que cara burro da zero para ele Professor Girafalis”.

Prefiro essas opções a irremediável: “Quem esse cara pensa que engana?”.

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Incluindo um excluido

Ninguém gosta de ser ignorado, por mais irrelevante que isso possa parecer ser preterido é ser excluído e não ser amado, seja aonde for. Ninguém conta rindo que era o ultimo a ser escolhido na educação física, por exemplo, eu sempre fui o ultimo a ser escolhido no futebol até eu perceber que ninguém queria ser goleiro me tornei um goleiro mediano –fraco mas que sempre estava jogando. Gostamos de sentir amados, incluído em um contexto isso é fato.
E quando somos excluídos? O que fazemos? Pedir para entrar? Parece meio deprimente e estamos dando mais uma oportunidade para sermos rejeitados. O que eu fazia era simples, se não era escolhido em algum grupo eu ia tentando até ser aceito – fato. Ficar sozinho sempre soa deprimente e triste.
Mas é fácil você insistir até ser escolhido em algo e ser aceito em algum grupo. Difícil é você tirar o grupo que lhe excluiu da cabeça.

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Informação de mais

Do que adianta saber da geopolitica do mundo se você não tem assunto com sua avó? Saber estatísticas dos relatórios do trabalho se você não consegue manter uma conversa de 30 segundos com a vizinha no elevador. Saber todas as acusações de corrupções do Brasil e não consegue falar nada que sua mãe, pai e afins prestem atenção e interessem de verdade.


Se preocupar com o ultimo ônibus espacial da NASA e o seu lançamento e não saber o horário do metrô ou do ônibus.Às vezes a gente vê jornal, lê no site, escuta no radio coisas grandes, grandes feitos, grandes problemas, mas esquece da nossa rotina e das pessoas em nossa volta..


Bom Dia, boa semana, bom mês, bom ano...


Mas o que importa mesmo é o bom agora...

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

O que realmente importa?

Uma promoção? Um aperto de mão? Um sorriso ou um sacolejo do busão?

Antes eu gostava de sentir a sensação que esta tudo planejadinho, tudo mesmo, fazia questão até de desenhar, fazer planos e mais planos. Desde pequeno, o box do banheiro era todo rabiscado com o dedo fazendo contas de notas de provas até sei lá, lista de compras.

E veio o ano de 2011 o ano mais bipolar que eu já tive. Teve de tudo, de quase morrer até momento mais feliz do mundo – meu casamento.

O bom desse ano que pelo menos eu agora sei o que realmente importa e o que poderei deixar para amanhã.

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Entrevistas de emprego

Uma coisa sempre interessante são as entrevistas de emprego é uma peça do teatro corporativo, a pessoa que te entrevista tem que convencer que o lugar para onde você é candidato é o melhor lugar para trabalhar no mundo e você tem que mostrar que você é o melhor profissional do mundo. Ambas as partes sabem que isso não é verdade, mas claro, se é teatro para que falar a verdade.


Todo o teatro tem script:


Roupa – Sempre com a melhor roupa social. Uma duvida será que até medico, profissional de educação física vão de social?


Chegue no horário – Fiz uma entrevista uma vez que cheguei atrasado, não foram 15 minutinhos, foram quase 1 hora, peguei o endereço errado, liguei para a moça pedi desculpas entrei em um taxi e fui zarpando para lá. Cheguei suado e a mulher quando me viu aperta minha mão e fala: “Boa Tarde!” (eram 10h:00min da manhã). Não fiquei com a vaga e sai de lá, acreditem, com um conselho de ir ao analista.


Pergunte detalhes do trabalho, salário e empresa – Teve uma vez que eu não perguntei e só fui saber 1 mês de processo seletivo o salário, era menos que eu ganhava. Tanto eu quanto a empresa perdeu tempo.


Modo Jogador de futebol – Como no futebol toda a entrevista é batata, tem sempre as mesmas perguntas: “Qual é o seu maior defeito?”, “O que pode fazer para melhorar a empresa”, “Qual é a sua maior qualidade”, “Me fale um problema que você teve que resolver”, “Me fale uma discussão”. Eu tenho umas respostas básicas, mas o meu maior defeito eu decidi depois da ultima entrevista será ansiedade, não compromete... hehehe


Comportamento – Seja você, ninguém gosta de um robô, mas claro a pessoa que esta entrevistando você não é sua amiga(o), contar piada é arriscado, falar causos é desnecessário!


Assinado: Cristiano, o Max Gehringer de Venda Nova!


Ps.: Tive que dar um Google para saber como escreve esse nome...