quinta-feira, 29 de março de 2012

Mais uma lição do guia do mochileiro da galaxia

Maneira mais fácil de tornar algo invisível... Não precisa gastar milhões para isto. É só transformar o objeto ou bicho ou pessoa qualquer um ou coisa em um POP.

Problema de Outra Pessoa!

quarta-feira, 28 de março de 2012

Se você não sabe o que é. É melhor ficar calado...

O post anterior me fez lembrar do fimose... o menino tinha uns 13 anos e era nosso colega de escola. Em uma discursão de amigos... ele vai e solta:
-Para zé de me zuar, se não...

- Se não o que?

- Vô ai arrancar sua fimose no dente...

A gente já sabia o que era fimose e ele não.

Conclusão: Apelido de toda a eternidade para ele de FIMOSE alternando as vezes por boca nervosa para os intimos!

terça-feira, 27 de março de 2012

Vergonha alheia

Conversa de boteco... pô de lá que pode sair as melhores historias, verdadeiras ou não.
Estava eu e um grande amigo tomando um chope com tabua de carne e conversando fiado quando a conversa foi para vergonha... todo mundo já passou por uma historia embaraçosa, acho que o nadademais1 existe por causa delas, por exemplo. Ai ele me conta no meio do 4º chope...

- Bicho quer saber a coisa mais vergonhosa da minha vida!?

- Uai, conta ai...

- Foi na minha cirurgia para fimose... na minha cidade natal.

- Uai, por quê?

- Na cidade que eu morei só tinha um hospital e quando fui fazer já estava deitado aparece a Maria minha primeira namoradinha daqueles namoros lúdicos de tomar sorvete na praça...

- Putz...

- Ela ia ajudar no procedimento...

- E ai?

- O medico percebeu que fiquei nervoso... e ela também...

- Disseram que estava tudo bem... ia ser simples... a Maria até perguntou como eu estava, como estava minha família... que ficou sabendo que eu estava noivo...

- O medico perguntou se tinha algum problema ela participar. Porque se tivesse a cirurgia ia ser em outro dia...

- Falei que tudo bem...

- Hum

- Mas quando eu achei que situação não podia ficar pior...

(Já tinha começado a rir)

- Eu estava lá deitado com a perna aberta com o pano tampando o que eles estavam fazendo... e Maria de tempos em tempos saia de traz do pano e falava...

(Eu me esforçava para não engasgar)

- Esta tudo bem Léo, o procedimento indo bem, vai ficar ótimo!

kkkk

segunda-feira, 26 de março de 2012

Musica e sua época

Musica é interessante como elas remetem sempre a uma época e quando a gente escuta sempre elas trazem lembranças junto.

Não posso escutar Roberto Carlos e lembro da época de natal, onde a gente ia arrumando a casa escutando o Robertão.

E quando escuto Biquini Cavadão – Vento Ventania, já lembro deu me arrumando para ir para o colégio na 5ª serie e minha mãe escutando.


Não posso escutar a musica do Cidade Negra – Amor igual ao teu que lembro deu estudando para passar no CEFET-MG.



Da mesma forma que eu escuto Nirvana – Come as you are e já vem toda uma época na minha cabeça, o tênis velho, a camisa de flanela e o meu segundo grau no Cotemig.



E quando eu escuto o The verve – Bittersweet Symphony já lembro do meu primeiro estagio, a primeira vez que eu entrei em um escritório de menos de 50 m2 para arrumar programas para o temido bug do milênio.


Já a época do meu vestibular eu escutava BeastBoys e é impossível escutar Intergalactic e não lembrar da ansiedade de se fazer um vestibular e passar logo para a faculdade.


Quando eu comecei a conversar com a ju via ICQ, era essa aqui... Wallflowers - One Headlight



Engraçado que a época da faculdade não dá para marcar com uma musica só, mas se for para eleger eu elejo essa aqui... Já tomei muito vinho quente com pimentinha escutando isso e viajando no som do balão raspando no dente... kkkkkkk




sexta-feira, 23 de março de 2012

Chico Anysio

O Chico Anysio era um blogueiro o mais engraçado eram suas historias, como uma vez ele economizava no bonde para comprar chocolate, que não encontrei no log do seu blog acho que talvez foi retirado para ser capitalizado mais tarde. Mas como homenagem segue o ultimo texto dele:


Não. Não tenho raiva nenhuma da Globo. Eu sou global, e sempre serei o mesmo ator global desde1969. Chico Anysio Show esteve 39 anos no ar, mudando de título, mas, no fundo, a mesma coisa: meus tipos e eu – uma fórmula que, graças a São Francisco de Assis, sempre deu certo. Sempre fui líder nos horários que me deram – com uma exceção: quando - por um desentendimento com o Carlos Manga, eu voltei para a TV Rio e o “Times Square” , lançado pela EV Excelsior me venceu. Mas esta vitória teve um pouco de mim,

porque o “Tines Square” nasceu de uma idéia que eu havia dado ao Manga (Love Street) – um programa de duplas, trios e quartetos, mais virado para o romantismo. O Manga fez as adaptações devidas e nasceu o “Times Square”, fazendo algo que me parecia estar sofrendo uma derrota para mim mesmo.

Mas, como uma espécie de compensação, ali na TV Rio, no meu “Praça Onze” – um “Times Square” doa pobres, eu fiz, coma expressiva ajuda do meu querido amigo João Roberto Kelly, um sucesso musical para sempre: Rancho da Praça Onze, música cantada e gravada pela Dalva de Oliveira e que passou a fazer dupla com “Bandeira Dois” uma marcha rancho do Max Nunes, cantada alternadamente como prefixo da Dalva. Foi esta canção que me fez ser acreditado como autor musical. Eu estava aprendendo que algumas vitórias

podem ser vitoriosas. Um ano depois o Edson Leite, presidente da Excelsior veio me procurar, pedindo para eu voltar. Eu disse que não, porque o Manga iria querer se “vingar” de mim. O Edson Leite me garantiu que não e marcou um almoço de nós três no Iate, Eu fui e o Manga quase me fratura as costelas no abraço que me deu e até chorou emocionado. Eu então voltei para a Excelsior e depois de 15 dias sem ninguém marcar um encontro comigo, sem nada acontecer, eu fui à sala do Manga que àquela altura já era Diretor Artístico e perguntei:

        - E o meu programa?

Ele falou que o programa iria sair e que eu o faria como quisesse, mas que não tinha lugar no horário noturno da grade e seria apresentado aos sábados às 17 horas e seria gravado em São Paulo, porque no Rio não tinha estúdio onde realizá-lo. Eu fui pra São Paulo, onde encontrei um único estudio onde eram realizados dois programas para exibição apenas em São Paulo: os programas do Moacyr Franco e da Bibi Ferreira. Eu estava lá sozinho. A TV Tupi, de São Paulo, independente da Tupi do Rio, me procurou e me ofereceu mais do que a Excelsior me pagaria, mas não aceitei a bela proposta e fui ai Edson Leite perguntar como eu faria o meu show.

        - Do que você precisa?

        - De tudo, mas o primeiro é o Daniel Filho, para dirigir.

        O Edson na mesma hora ligou para o Manga e disse que eu estava ali querendo um diretor

        - Quem ele quer? – perguntou o Manga.

        - O Daniel Filho, respondeu o Edson.

        A gargalhada que o Manga deu foi tão forte que o Edson afastou um pouco o telefone do seu ouvido e deu para eu escutasse.

        - Vai no primeiro avião.

        Pronto. Depois da minha segunda derrota, eu estava conseguindo a minha maior vitória: dar oportunidade ao Daniel de mostrar para o Brasil quem era o maior diretor deste pais;

        Estou – teóricamente – em meio da minha terceira derrota, mas acredito nos homens que mandam na Globo e qualquer dia receberei um telefonema de um deles

        - E então, Chico? Vamos voltar com a Escolinha"

Fonte: http://bloglog.globo.com/chicoanysio/

quinta-feira, 22 de março de 2012

Shows que não fui...

Sabe aquele show que você deixa para depois e se arrepende? Eu tenho alguns.
Quando eu tinha 14 anos os Mamonas Assassinas veio para BH, não fui e nunca irei.

Não aprendi a lição e naquele mesmo ano não pude ir ao show dos Ramones a banda acabou.

Passou alguns anos e Chico Science & Nação Zumbi fizeram um show que eu não tinha dinheiro para ir... conclusão? O Chico morreu naquele ano...

E depois já mais velho o Bezerra da Silva fez um show e eu não fui... coitado do Bezerra...

quarta-feira, 21 de março de 2012

Passa ele...

Era uma prova especial de uma matéria de engenharia e eu estudei que nem um condenado e fui fazer a prova.

Faço a prova no tempo total e como era prova especial eu e outros alunos esperávamos o professor corrigir a prova na hora mesmo. Até mesmo para ver se íamos fazer a matricula nela novamente ou não.

O ritual era simplesmente:

Fazíamos um bolinho na mesa do professor e implorávamos para passar na matéria.

A minha prova foi a primeira a ser corrigida e para minha felicidade tínhamos a Mariana na sala que estava vestindo um senhor decote.

O professor anuncia:

- É... não deu Cristiano...

A Mariana debruça na mesa e fala:

- Passa ele, Xicô!

O homem arregala o olho para o decote e fala para mim. (olhando para o decote)

- Vô considerar isso aqui. Passou!

Assim eu já fui salvo por um decote!