Textos mal escritos com erro de português mas de autoria propria, na maioria das vezes!
segunda-feira, 16 de julho de 2012
Saideira
Fim de noite tinha sempre um:
- Saideira?
Quando você esta bêbado não tem noção de que não aguenta mais e aceita.
- Bora, aonde então?
Ai o Leo Gordinho vai e fala:
- Conheço um bar que tem cerva gelada e um PF (às 4 da manhã e todo mundo procurando PF... hehehe) que vocês vão gostar.
Chegando no bar acho tudo muito estranho, mas tudo bem. A gente senta no fundo, perto dos banheiros e eu reparo que o lugar tem três banheiros. Ai eu todo ingênuo falo na mesa:
- Este bar têm fraldário?
Todo mundo ri...
E só ai que eu percebo que o Bar era aonde os Travestis / Putas iam jantar depois da labuta...
É... Eu já comi em um bar com três banheiros.
domingo, 15 de julho de 2012
Meu pai o atleta
Meu pai comprou uma esteira
elétrica de segunda mão, montamos domingo passado e ontem eu, ele e minha avó
ana conversando:
:)
- E ai pai esta
caminhando na esteira? (Falei esperando a resposta)
- Tô sim, 15 minutos
todos os dias! (Ele fala todo orgulhoso)
- 15 minutos? Que tempo
de velho eu faço meia hora! (Minha avó de 81 anos fala já rindo)
:)
quinta-feira, 12 de julho de 2012
Boa ação do dia
Tinha uma época que eu tinha uma rotina de ir frequentemente na rodoviária, hora era para comprar passagem, hora era para viajar mesmo. Isto tudo porque meu namoro / noivado foi todo a distância eu em BH e a Julia em Petrópolis.
Numa dessas idas a rodoviária ajudo a subir no ônibus uma senhora na cadeira de rodas, subo ela e coloco cinto de segurança e continuo escutando o meu radinho.
Quando chego na rodoviária vejo que a senhora ia descer lá também, vou e prontamente ajudo ela a descer do ônibus. Acho que ela viu que eu queria ir a rodoviária e me pede para levar ela. Mas começa a reclamar:
- Vamos! Atravessa! (Fala impaciente)
- O sinal ta fechado para atravessar... (Falo meio perdendo a paciência)
- Atravessa assim mesmo! (Fala gritando comigo)
- Olha dona, a gente pode até atravessar, mas se o ônibus vir eu te deixo no meio da avenida e saio correndo. (Perdi a paciência)
Depois que falei isso ela não reclamou mais.
Numa dessas idas a rodoviária ajudo a subir no ônibus uma senhora na cadeira de rodas, subo ela e coloco cinto de segurança e continuo escutando o meu radinho.
Quando chego na rodoviária vejo que a senhora ia descer lá também, vou e prontamente ajudo ela a descer do ônibus. Acho que ela viu que eu queria ir a rodoviária e me pede para levar ela. Mas começa a reclamar:
- Vamos! Atravessa! (Fala impaciente)
- O sinal ta fechado para atravessar... (Falo meio perdendo a paciência)
- Atravessa assim mesmo! (Fala gritando comigo)
- Olha dona, a gente pode até atravessar, mas se o ônibus vir eu te deixo no meio da avenida e saio correndo. (Perdi a paciência)
Depois que falei isso ela não reclamou mais.
terça-feira, 10 de julho de 2012
MiniEntrevistas
Há muito tempo atrás eu e a Julia queríamos ir para Quebec no Canadá, para entender como funcionava todo o incentivo para ir para o Canadá fui a uma palestra ministrada por um argentino que trabalhava no consulado de Quebec.
Entre as vantagens que ele disse (que eu já esqueci) ele disse uma coisa que eu nunca esqueci, que a gente se apresenta para as pessoas pelas coisas que trabalhamos tipo:
- Prazer eu sou Cristiano Analista de Sistemas
E isso vem seguido sempre de um:
- E ai Cristiano aonde você trabalha?
E ai começa uma minientrevista.
O palestrante disse isso para mostrar que lá em Quebec hora extra era proibido e você tem mais tempo para fazer coisas além de trabalhar.
Mas depois disso eu acho engraçado sempre que eu tenho que me apresentar mais com informações pelo que faço do que pelo que sou.
Ou será que eu sempre sou o que eu faço?
Entre as vantagens que ele disse (que eu já esqueci) ele disse uma coisa que eu nunca esqueci, que a gente se apresenta para as pessoas pelas coisas que trabalhamos tipo:
- Prazer eu sou Cristiano Analista de Sistemas
E isso vem seguido sempre de um:
- E ai Cristiano aonde você trabalha?
E ai começa uma minientrevista.
O palestrante disse isso para mostrar que lá em Quebec hora extra era proibido e você tem mais tempo para fazer coisas além de trabalhar.
Mas depois disso eu acho engraçado sempre que eu tenho que me apresentar mais com informações pelo que faço do que pelo que sou.
Ou será que eu sempre sou o que eu faço?
quinta-feira, 5 de julho de 2012
Erros médicos
Era um hospital publico onde a bagunça imperava e nele trabalhava um jovem residente responsável pela anestesia. Naquele dia ele estava muito atrasado para primeira cirurgia do dia chegou esbaforido não fazendo os procedimentos corretos.
E sapecou logo a anestesia no paciente. Ao fazer isso soube pelos colegas que o colega do plantão anterior já tinha feito todo o procedimento. Aconteceu o inevitável: O paciente não apresentava os sinais vitais.
A família estava aguardando noticias da cirurgia e lá vai o jovem medico:
- Infelizmente o paciente não resistiu.
A família fica toda enfurecida:
- Como assim? Os médicos disseram que seria um procedimento simples que hoje mesmo ele iria para casa!
Todos ficam inconsoláveis...
Passou um tempo e o corpo já estava sendo removido da sala e uma enfermeira percebe que o paciente estava respirando! A anestesia dupla fez só que os sinais vitais do paciente não sejam percebidos.
Sem graça toda a equipe tinha um grande problema. Quem iria anunciar que a primeira noticia estava errada!?
Quem foi? Foi o mesmo medico que foi dar a noticia anterior e ele todo sem graça sem saber o que fazer, começa a dar a noticia para a família:
- Vocês acreditam em milagres?
E sapecou logo a anestesia no paciente. Ao fazer isso soube pelos colegas que o colega do plantão anterior já tinha feito todo o procedimento. Aconteceu o inevitável: O paciente não apresentava os sinais vitais.
A família estava aguardando noticias da cirurgia e lá vai o jovem medico:
- Infelizmente o paciente não resistiu.
A família fica toda enfurecida:
- Como assim? Os médicos disseram que seria um procedimento simples que hoje mesmo ele iria para casa!
Todos ficam inconsoláveis...
Passou um tempo e o corpo já estava sendo removido da sala e uma enfermeira percebe que o paciente estava respirando! A anestesia dupla fez só que os sinais vitais do paciente não sejam percebidos.
Sem graça toda a equipe tinha um grande problema. Quem iria anunciar que a primeira noticia estava errada!?
Quem foi? Foi o mesmo medico que foi dar a noticia anterior e ele todo sem graça sem saber o que fazer, começa a dar a noticia para a família:
- Vocês acreditam em milagres?
quarta-feira, 4 de julho de 2012
Vai Boca!
Sou de uma época em que não existia pay-per-view tínhamos que ver os times paulistas e cariocas na TV. Torcendo para que meu time chegasse a alguma fase eliminatória para assim ele ser televisionado.
Acompanhei grandes times do eixo Rio - São Paulo, mas nunca torci por nenhum.
Mais pelo fato de sentir que estavam me empurrando uma opinião/time para torcer do que outra coisa.
Por isso sou boca hoje desde niño.
Acompanhei grandes times do eixo Rio - São Paulo, mas nunca torci por nenhum.
Mais pelo fato de sentir que estavam me empurrando uma opinião/time para torcer do que outra coisa.
Por isso sou boca hoje desde niño.
segunda-feira, 2 de julho de 2012
Ah o amor...
Alguns anos atrás meu pai tinha um fusca bege, mas muito confortável proporcionado pelos bancos de passat que ele fazia questão de falar para todo mundo que entrasse no carro.
A Julia era minha namorada e meu pai ofereceu para dar uma carona para gente, não sei se eu pai esqueceu de colocar gasolina ou se o painel estava com problemas.
Só sei que eu, Julia e meu pai tivemos que empurrar o fusca até o posto de gasolina mais próximo na avenida mais movimentada do bairro enquanto os ônibus e os carros buzinavam para gente.
Enquanto a gente empurrava olhei para ela e pensei... ah o amor!
A Julia era minha namorada e meu pai ofereceu para dar uma carona para gente, não sei se eu pai esqueceu de colocar gasolina ou se o painel estava com problemas.
Só sei que eu, Julia e meu pai tivemos que empurrar o fusca até o posto de gasolina mais próximo na avenida mais movimentada do bairro enquanto os ônibus e os carros buzinavam para gente.
Enquanto a gente empurrava olhei para ela e pensei... ah o amor!
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