quarta-feira, 25 de setembro de 2013

O melhor dialogo do filme O lado bom da Vida



Dialogo no Restaurante


- Como você perdeu seu emprego?
- Foi.. Dormindo com todo mundo do escritório.
- Todo mundo?
- Fiquei muito deprimida depois que Tommy morreu, era muita gente.
- A gente não tem que falar sobre isso.
- Obrigada.
- Foram quantos?
- Onze.
- Uau.
- Eu sei.
- Não vou falar mais disso.
- Tudo bem.
- Posso fazer só mais uma pergunta? Tinha alguma mulher?
- Sim
- Serio?
- Sim.
- E como foi?
- Quente.
- Jesus Cristo...
- Era tipo... mais velha, uma professora sexy que quer te seduzir...
- Se me fez sentar no colo dela e fazer coisas? Sim.
- O quê? Você sentou no colo dela?
- Hãham...
- Ela te disse o que fazer?
- Hãham...
- Meu Deus... Nikki odeia quando eu falo assim. Ela me achava um pervertido. Deveríamos mudar de assunto.
- Eu não importo.
- Não se importa mesmo, não é?
- Não.
- Mas então as pessoas começaram a brigar no estacionamento, e no banheiro... O chefe me chamou no escritório e tentou me culpar por tudo. Então acusei ele de assédio e eles me demitiram, me mandaram para casa e me deram remédios.
- Entendo.

A cena continua até que ele durante a discussão da a entender que ele se achava superior a ela por ela ter contado a historia anterior, ai ela vai e solta:

- Como você se acha superior a mim se quando eu estava contando você estava todo excitado!

.Sem Mais.

terça-feira, 24 de setembro de 2013

Que horas que você reza?

Uma vez estava na casa de minha avó e apareceu o assunto sobre oração e a pergunta de quando a gente rezava.

Minha avó católica fervorosa que no leito de morte e sem forças pediu uma extrema unção falou que rezava o terço todos os dias antes de levantar.

Meu tio, jogador amador de futebol de campo, falava que rezava antes de entrar no campo um pai nosso com os outros jogadores.

E eu, rezava antes de dormir uma ave maria e um pai nosso.

Engraçado que logo eu que cresci vendo meu pai fazendo novena e indo para a missa aos sábados à noite, parei de rezar. Sinto que tenho que voltar...

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Eu e a Informática (4)

Quem não leu: Eu e a Informática (1)Eu e a Informática (2) e Eu e a Informática (3)

O meu segundo grau no colégio técnico particular eu não lembro de muitas coisas para ser honesto, lembro do meu primeiro programa de computador era para aparecer escrito no canto superior da tela um “Hello World” em uma linguagem chamada Cobol.

O programa tinha 12 linhas, mas apareceram dezenas de erros. E seguindo um conselho do professor, pedi minha mãe para me matricular em um curso de inglês. Pois eu deveria escrever em inglês e deveria ler em inglês. Porque assim que os comandos são dados.

A outra coisa que me lembro é que todos na sala eram mais velhos que eu, não fiz grandes amigos e para falar a verdade nem sei como se chamam mais, então nem procurar pelo Facebook eu tenho como procurar. Além disto fui um goleiro razoável para o meu time. J

Nunca me interessei por configurar hardware (lembra do post do meu wifi? Estamos até hoje sem) e me vi sendo uma negação em eletrônica, teve uma vez que uma placa que eu fiz explodiu na cara do professor durante uma avaliação dele. Mas com o passar do tempo eu estava ficando bom em programação e estava gostando.

Como não tinha computador em casa e pegar ônibus lotado (saudades do 5501 que era o que o BRT vai ser) não é uma coisa agradável, eu tinha que fazer meus exercícios de programação o mais rápido possível.  E fazia.

Mas acho que o meu maior desafio foi a feira, a tecnofeira era feita anualmente no lugar mais chique de eventos da época. E lá expúnhamos um trabalho, uma ideia para todo mundo quer quisesse ver.

... To be Continued...

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Eu e a Informática (3)

Quem não leu: Eu e a Informática (1) e Eu e a Informática (2)

Aquele Dezembro frustrado lembro de três coisas:

1. Uma conversa que eu tive com meu padrinho falando como passar na faculdade seria mais difícil se no curso técnico era 20 por vaga na faculdade seria muito mais.

2. Meu pai, comovido comigo falou que ia me inscrever para estudar em um colégio técnico particular.

3. Minha mãe tentando me convencer para eu não fazer colégio técnico. Eu batia o pé, dava resposta curtas e fechava a cara. Não queria esperar até a faculdade para aprender informática.

Fui matriculado em um colégio técnico de informática, minha mãe conta que quando ela pegou o material chorou no banheiro (minha casa passou por obra por 8 anos +- e acho que o banheiro era o único lugar naquela época que se podia ficar sozinho), pois  o material era tão fino, tão fino que ela não imaginava eu aprendendo português (talvez por isso nunca sei a diferença entre porque, porquê, por que e por quê), matemática, biologia, física e afins...

Mas o que eu olhava mesmo no material era o especifico, tinha um kit de eletrônica que eu não sabia para que serviria e as apostilas técnicas. Engraçado lembrar agora porque eu realmente estava ansioso para aprender aquilo.

...To be continued...

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Eu e a Informática (2)

Para quem não leu o Eu e a Informática (1) :)

Eu estudava em um Colégio particular, meus pais não teriam condições para me colocar no curso preparatório e bancar a escola. Então fui estudar na escola estadual que minha mãe era professora. Minha mãe dava aula de tarde e eu estudava de manhã. Nunca vou esquecer o primeiro dia de aula os meninos conversando entre eles:

- Será que a Vanda vai dar aula?

- Bicho, ela era chata de mais...

- Quase me deu bomba aquela FDP.

- E você? Conhece ela?

- Era uma morena?

- É sim.

- Conheço sim, ela é minha mãe.

(silencio constrangedor no recreio)

Então de Março a Dezembro eu fiz curso preparatório, eu estudei d+, mas errado. Porque eu não conseguia tirar nota boa nos simulados. Talvez porque não tinha base. Mas com 14 anos descobri que fazer prova não é meu forte: Ficava sempre tenso. Eu em casa refazia a prova e ia bem. Naquele ano eu tinha 3 provas:  Colégio Militar, Coltec,  Cefet;

Não passei em nenhum desses colégios, mas escrevendo isso me lembro quando eu fiz a inscrição para o Cefet e o dono do cursinho ficava falando para eu fazer edificações e eu não queria. Eu queria informática. Não passei em informática, mas teria passado em edificações.

E quando eu e meu pai fomos pegar o resultado, o dono do cursinho fez questão de frisar que ele sabia que eu teria passado em edificações. Sai do cursinho com uma sensação de frustração e que durou todo o dezembro...

...To Be Continued...

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

terça-feira, 17 de setembro de 2013

As Esganadas


Precisava ler um livro “bobinho”, “engraçadinho”, “bonitinho” e outros inhos que não encontrei ao escrever este post.  Eu gostei deste livro, que eu acho que apesar de falar de um assassino que mata gorda não é gordofóbico e de já apresentar de cara o assassino tem lá o seu suspense. 

Mas o meu favorito do Jô ainda é O Homem que matou Getúlio Vargas.


:)