quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Tudo no Ônibus (3)


Quando eu namorava a Julia e viajava para Petrópolis de 15 em 15 dias, volta e meia aparecia um elemento estranho. Já viajei do lado de criança birrenta, de cachorro calado e de até um advogado. Digo isso porque aquele advogado era muito doido. Fazia questão de falar como ele era bom. Ele era criminalista e falava dos casos que ganhou que mais se orgulhava sempre com uma gama de detalhes que parecia que eu estava no Aqui a Agora. O nível das historias eram:

- Cara, você lembra o caso da pedra do barro preto lá na cidade de ribeirão das neves?

- Não.

- Como não, uma menina que foi estuprada e morta.

- Não.

- Mas enfim, eu consegui livrar um menino acusado...

E eu lá sem saber cortar esses assuntos de porta de cadeia.

.Medo.

terça-feira, 13 de novembro de 2012

Tudo no Ônibus (2)


Estava sentado ao lado de uma menina falando ao celular:

- Oi, to chegando... Eu já to na avenida X.

Ai eu querendo ajudar “a perdida” falo delicadamente com ela mesmo com ela falando ao telefone.

- Moça, você esta enganada. A gente esta na avenida Y falta muito para chegar na avenida X.

Ela me olha com olhar tipo:

 PQP, seu retardo!!! Deixa eu falar minha pequena mentira do dia em paz!!!!

E a pessoa que estava falando com ela começa a gritar, falo isso porque antes eu não escutava ninguém falando com ela e depois que eu falei passei a escutar...

Ainda bem que meu ponto era o próximo. 

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Tudo no onibus


Moro longe do meu trabalho e para falar a verdade eu sempre morei longe dos meus colégios, era tão longe, tão longe que quando eu pegava especial o almoço ficava pronto às 10:50 e eu pegava especial umas 11:30 isso tudo para chegar na escola às 13:00.

Viagens longas pode ser um lugar para conhecer gente, meus pais se conheceram dentro de um ônibus indo para faculdade, por exemplo. Acho que foi minha mãe que viu meu pai em pé e ela perguntou se não podia levar as coisas dele. (Sem trocadilhos...)

O curioso que como os horários são sempre repetitivos a gente meio faz uma amizade com o povo do ônibus. Eu já vi gente até fazendo amigo oculto no ônibus... Sério!

Era um grupo de amigos que se conheceram no ônibus e só se viam durante a ida e volta do trabalho e pensaram nisso. Tinha até a tradicional apresentação. No meio do ônibus lotado a pessoa falava e as outras tentavam adivinhar.  Imagina a gritaria no balanço do ônibus. Acho que não tinha bebida porque o trocador daquele horário disse que não seria uma boa, pois isto era contra as normas da empresa.

Saudades do 1204 – Lagoinha Cidade Industrial.

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

terça-feira, 6 de novembro de 2012

Savage Chickens


Um colega meu de trabalho achou esta tirinha há algum tempo que nunca deixa de ser atual:
Retirada daqui

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Homens fazendo cirurgia plásticas


Hoje escutando a coluna da Monica Bergamo falando que 1/3 de todos as cirurgias plásticas são feitas por homem já.

Lembrei-me de uma coisa que não sei se já escrevi aqui, há alguns anos atrás um colega meu disse que o primo dele fez uma cirurgia para aumentar o bumbum.

E foi uma recuperação muito difícil, onde vários dias (cerca de 30 dias) ele ficou deitado de bruços... Doía de mais e questionado pela família porque ele fez essa cirurgia ele só falava uma coisa de bunda para cima:

- Queria encher a minha calça jeans.

E o pior foi no casamento desse colega que durante a festa vai e mostra falando:

- Aquele ali é meu primo, o do jeans...

uhauhahu

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Pareço legal mas...


O condomínio onde eu moro tem uma norma: Lixo na lixeira do condomínio: somente nas segundas, quartas e sextas. Isto foi estabelecido porque todo mundo colocava qualquer dia da semana e é claro estava trazendo bichos.

Ontem eu acordei meio grogue jurando que era quarta-feira, juntei os lixos do apartamento e quando sai vi as lixeiras trancadas, só ai que dei conta que era quinta-feira. Voltar com o lixo para o apartamento? Muito longe e eu estava já me atrasando...

Então lá vou eu com o lixo na mão pensando o que fazer com as sacolas. Passo na frente de uma caçamba e encostada nela estava uns caras me encarando tipo: “Cara, você não vai colocar o lixo aqui”

Continuo subindo a rua e vejo uma lixeira suspensa de uma casa, era o lugar perfeito. Era meio escondido e a rua estava vazia. Vou lá correndo e morrendo de medo de ser pego e quando coloco o lixo no vizinho o carro na garagem liga.

Saio todo sem graça do delito cometido tomando cuidado para o dono da casa não me ver.

Resumindo: Pareço um cara legal, mas já coloquei meu lixo na lixeira do vizinho.