Um tempo atrás postei que estava procurando uma atividade física para fazer e até fomos em uma academia de natação aqui perto do meu trabalho. Algumas pessoas disseram para eu ir trabalhar de bicicleta, o problema disso é que a distancia entre minha casa e meu trabalho é de 18 km e não tem ciclovia. E para acabar de vez com minha vontade de vir trabalhar de bicicleta quando eu estava pensando na possibilidade um ciclista é atropelado e morreu aqui em BH.
Ai eu pensei, já que não posso vir de bicicleta vou vir a pé ao invés do segundo ônibus. Caminho uma distancia diária na ida de +- 5 km de subida para vir trabalhar que gasto entre 35 e 40 minutos. E na volta +- 4 km de descida que gasto entre 30 e 35 min. Chego suado no trabalho, mas passo no banheiro e me seco com toalha de papel.
O engraçado que durante a subida quando alguém para e me oferece carona fico sem graça de rejeitar.
Já estou fazendo isso há algum tempo já e quando comecei pesava 94 kg e hoje já estou 87,8 kg (minhas calças já começaram a cair hehehe) e o meu peso ideal é de 78 - 83 kg, enquanto não chega o período de chuva em BH vou continuar fazendo essas caminhadas.
Meu esporte: Caminhar!
:)
Textos mal escritos com erro de português mas de autoria propria, na maioria das vezes!
quarta-feira, 18 de julho de 2012
terça-feira, 17 de julho de 2012
O velho e a censura
Eu e meus amigos estávamos em um bar com sinuca perto da faculdade e aparece uma amiga nossa, a Rubia, com um senhor já de idade:
- Gente, esse aqui é o Zé. Ele ta ajudando a gente com a banda que estou cantando. (fala ela empolgada)
- Oi Zé, o que você faz na banda? (Falo educado)
- Sou um agente/produtor. (fala orgulhoso)
-Hum e o que seria isso? (fico intrigado)
- Eu dou uns toques... Tento ver uns shows... (Já se empolgando)
- Ah é? (Dando oportunidade para ele falar mais)
- E eu também dou aula de musica. E sou exigente viu! Tive um aluno que queria ser musico ai eu disse para ele uma vez que se ele continuasse daquele jeito nunca passaria no exame de aptidão. O menino não estudava, não praticava.
- E ai? Ele passou.
- Se tornou medico ano passado. (Fala orgulhoso de ter colocado um medico no mundo)
- Hum... (A mesa já começou achar o assunto chato)
- Eu já até dei uns toques na Clara Nunes... (Se infla como pavão)
- A do teatro? (Falo brincando)
- Sim a do teatro... Falei para ela ir para o Rio e cantar um tom acima que ela cantava... (Deixa claro que ele não gostou da minha brincadeira)
- Nossa...
- Eu também já compus musica subversiva que participou do festival da musica.
- Ah é? qual?
- Essa ai... Lê ai.
(tira um papel de um livro para mostrar)
- Eu não entendi o subversivo nesta letra.
- Lê as primeiras palavras nas estrofes alternadas: 1 com 3 e 2 com 5...
- Uai, eu só consegui entender que você xingou um Ricardo...
- Era o cara da censura...
- Nó... (Tentando desfarçar que a musica era ruim de mais)
Ficamos lá, escutando as historias do senhor... Que soubemos mais tarde que no fundo no fundo só queria pegar a Rúbia a vocalista. Talvez ela parecesse com a Clara Nunes...
- Gente, esse aqui é o Zé. Ele ta ajudando a gente com a banda que estou cantando. (fala ela empolgada)
- Oi Zé, o que você faz na banda? (Falo educado)
- Sou um agente/produtor. (fala orgulhoso)
-Hum e o que seria isso? (fico intrigado)
- Eu dou uns toques... Tento ver uns shows... (Já se empolgando)
- Ah é? (Dando oportunidade para ele falar mais)
- E eu também dou aula de musica. E sou exigente viu! Tive um aluno que queria ser musico ai eu disse para ele uma vez que se ele continuasse daquele jeito nunca passaria no exame de aptidão. O menino não estudava, não praticava.
- E ai? Ele passou.
- Se tornou medico ano passado. (Fala orgulhoso de ter colocado um medico no mundo)
- Hum... (A mesa já começou achar o assunto chato)
- Eu já até dei uns toques na Clara Nunes... (Se infla como pavão)
- A do teatro? (Falo brincando)
- Sim a do teatro... Falei para ela ir para o Rio e cantar um tom acima que ela cantava... (Deixa claro que ele não gostou da minha brincadeira)
- Nossa...
- Eu também já compus musica subversiva que participou do festival da musica.
- Ah é? qual?
- Essa ai... Lê ai.
(tira um papel de um livro para mostrar)
- Eu não entendi o subversivo nesta letra.
- Lê as primeiras palavras nas estrofes alternadas: 1 com 3 e 2 com 5...
- Uai, eu só consegui entender que você xingou um Ricardo...
- Era o cara da censura...
- Nó... (Tentando desfarçar que a musica era ruim de mais)
Ficamos lá, escutando as historias do senhor... Que soubemos mais tarde que no fundo no fundo só queria pegar a Rúbia a vocalista. Talvez ela parecesse com a Clara Nunes...
segunda-feira, 16 de julho de 2012
Saideira
Fim de noite tinha sempre um:
- Saideira?
Quando você esta bêbado não tem noção de que não aguenta mais e aceita.
- Bora, aonde então?
Ai o Leo Gordinho vai e fala:
- Conheço um bar que tem cerva gelada e um PF (às 4 da manhã e todo mundo procurando PF... hehehe) que vocês vão gostar.
Chegando no bar acho tudo muito estranho, mas tudo bem. A gente senta no fundo, perto dos banheiros e eu reparo que o lugar tem três banheiros. Ai eu todo ingênuo falo na mesa:
- Este bar têm fraldário?
Todo mundo ri...
E só ai que eu percebo que o Bar era aonde os Travestis / Putas iam jantar depois da labuta...
É... Eu já comi em um bar com três banheiros.
domingo, 15 de julho de 2012
Meu pai o atleta
Meu pai comprou uma esteira
elétrica de segunda mão, montamos domingo passado e ontem eu, ele e minha avó
ana conversando:
:)
- E ai pai esta
caminhando na esteira? (Falei esperando a resposta)
- Tô sim, 15 minutos
todos os dias! (Ele fala todo orgulhoso)
- 15 minutos? Que tempo
de velho eu faço meia hora! (Minha avó de 81 anos fala já rindo)
:)
quinta-feira, 12 de julho de 2012
Boa ação do dia
Tinha uma época que eu tinha uma rotina de ir frequentemente na rodoviária, hora era para comprar passagem, hora era para viajar mesmo. Isto tudo porque meu namoro / noivado foi todo a distância eu em BH e a Julia em Petrópolis.
Numa dessas idas a rodoviária ajudo a subir no ônibus uma senhora na cadeira de rodas, subo ela e coloco cinto de segurança e continuo escutando o meu radinho.
Quando chego na rodoviária vejo que a senhora ia descer lá também, vou e prontamente ajudo ela a descer do ônibus. Acho que ela viu que eu queria ir a rodoviária e me pede para levar ela. Mas começa a reclamar:
- Vamos! Atravessa! (Fala impaciente)
- O sinal ta fechado para atravessar... (Falo meio perdendo a paciência)
- Atravessa assim mesmo! (Fala gritando comigo)
- Olha dona, a gente pode até atravessar, mas se o ônibus vir eu te deixo no meio da avenida e saio correndo. (Perdi a paciência)
Depois que falei isso ela não reclamou mais.
Numa dessas idas a rodoviária ajudo a subir no ônibus uma senhora na cadeira de rodas, subo ela e coloco cinto de segurança e continuo escutando o meu radinho.
Quando chego na rodoviária vejo que a senhora ia descer lá também, vou e prontamente ajudo ela a descer do ônibus. Acho que ela viu que eu queria ir a rodoviária e me pede para levar ela. Mas começa a reclamar:
- Vamos! Atravessa! (Fala impaciente)
- O sinal ta fechado para atravessar... (Falo meio perdendo a paciência)
- Atravessa assim mesmo! (Fala gritando comigo)
- Olha dona, a gente pode até atravessar, mas se o ônibus vir eu te deixo no meio da avenida e saio correndo. (Perdi a paciência)
Depois que falei isso ela não reclamou mais.
terça-feira, 10 de julho de 2012
MiniEntrevistas
Há muito tempo atrás eu e a Julia queríamos ir para Quebec no Canadá, para entender como funcionava todo o incentivo para ir para o Canadá fui a uma palestra ministrada por um argentino que trabalhava no consulado de Quebec.
Entre as vantagens que ele disse (que eu já esqueci) ele disse uma coisa que eu nunca esqueci, que a gente se apresenta para as pessoas pelas coisas que trabalhamos tipo:
- Prazer eu sou Cristiano Analista de Sistemas
E isso vem seguido sempre de um:
- E ai Cristiano aonde você trabalha?
E ai começa uma minientrevista.
O palestrante disse isso para mostrar que lá em Quebec hora extra era proibido e você tem mais tempo para fazer coisas além de trabalhar.
Mas depois disso eu acho engraçado sempre que eu tenho que me apresentar mais com informações pelo que faço do que pelo que sou.
Ou será que eu sempre sou o que eu faço?
Entre as vantagens que ele disse (que eu já esqueci) ele disse uma coisa que eu nunca esqueci, que a gente se apresenta para as pessoas pelas coisas que trabalhamos tipo:
- Prazer eu sou Cristiano Analista de Sistemas
E isso vem seguido sempre de um:
- E ai Cristiano aonde você trabalha?
E ai começa uma minientrevista.
O palestrante disse isso para mostrar que lá em Quebec hora extra era proibido e você tem mais tempo para fazer coisas além de trabalhar.
Mas depois disso eu acho engraçado sempre que eu tenho que me apresentar mais com informações pelo que faço do que pelo que sou.
Ou será que eu sempre sou o que eu faço?
quinta-feira, 5 de julho de 2012
Erros médicos
Era um hospital publico onde a bagunça imperava e nele trabalhava um jovem residente responsável pela anestesia. Naquele dia ele estava muito atrasado para primeira cirurgia do dia chegou esbaforido não fazendo os procedimentos corretos.
E sapecou logo a anestesia no paciente. Ao fazer isso soube pelos colegas que o colega do plantão anterior já tinha feito todo o procedimento. Aconteceu o inevitável: O paciente não apresentava os sinais vitais.
A família estava aguardando noticias da cirurgia e lá vai o jovem medico:
- Infelizmente o paciente não resistiu.
A família fica toda enfurecida:
- Como assim? Os médicos disseram que seria um procedimento simples que hoje mesmo ele iria para casa!
Todos ficam inconsoláveis...
Passou um tempo e o corpo já estava sendo removido da sala e uma enfermeira percebe que o paciente estava respirando! A anestesia dupla fez só que os sinais vitais do paciente não sejam percebidos.
Sem graça toda a equipe tinha um grande problema. Quem iria anunciar que a primeira noticia estava errada!?
Quem foi? Foi o mesmo medico que foi dar a noticia anterior e ele todo sem graça sem saber o que fazer, começa a dar a noticia para a família:
- Vocês acreditam em milagres?
E sapecou logo a anestesia no paciente. Ao fazer isso soube pelos colegas que o colega do plantão anterior já tinha feito todo o procedimento. Aconteceu o inevitável: O paciente não apresentava os sinais vitais.
A família estava aguardando noticias da cirurgia e lá vai o jovem medico:
- Infelizmente o paciente não resistiu.
A família fica toda enfurecida:
- Como assim? Os médicos disseram que seria um procedimento simples que hoje mesmo ele iria para casa!
Todos ficam inconsoláveis...
Passou um tempo e o corpo já estava sendo removido da sala e uma enfermeira percebe que o paciente estava respirando! A anestesia dupla fez só que os sinais vitais do paciente não sejam percebidos.
Sem graça toda a equipe tinha um grande problema. Quem iria anunciar que a primeira noticia estava errada!?
Quem foi? Foi o mesmo medico que foi dar a noticia anterior e ele todo sem graça sem saber o que fazer, começa a dar a noticia para a família:
- Vocês acreditam em milagres?
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