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sábado, 18 de maio de 2013

Festa surpresa de despedia

Ontem eu fui em uma festa surpresa de despedida no serviço, mas tão surpresa, mas tão surpresa que quando as coisas da festa chegaram a pessoa que iria receber os abraços e desejo de boa sorte na nova empreitada já tinha ido embora. :/

O que fizemos? Comemos e bebemos assim mesmo e que ele tenha boa sorte na nova empreitada!

sexta-feira, 17 de maio de 2013

Coisas que eu sei de viver láááá no apartamento

Eu sei que tenho uma vizinha que deve estar grávida ou alguém esta muito mal. Por quê sei disso? Porque todo dia antes de dormir escuto alguém vomitando.

Eu sei que tenho um atleticano no andar de baixo. Por quê sei disso? Porque um despertador tocava o hino do galo toda a tarde e só desligava quando ele chegava, lá para às 22h:00min.

Eu sei que tenho uma vizinha com a vida social agitada. Por quê sei disso? Porque é um entra e sai do AP dela e toda vez que alguém entra ou sai a porta bate.

Eu sei que tenho alguém que cozinha muito bem perto de mim. Por quê sei disso? Porque quando chego do trabalho, tá um cheiro de assado, tão gostoso... mas tão gostoso...

Eu sei que tenho uma vizinha que gosta de Fabio Junior. Por quê sei disso? Porque volta e meia ela começa a cantar... Mal, mais canta.

Eu sei que tenho vizinho indeciso, Por quê sei disso? Porque toda a noite antes de dormir ele começa a arrastar os moveis. Acho que até hoje não decidiu como quer a casa dele.

Nada contra de morar em apartamento, mas que eu sei um monte de coisa que não precisava eu sei.

:)

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Escutando Jazz e Lendo

Comecei a escutar Jazz Instrumental... não teve um motivo. Fui no superplayer e estava lá. Cliquei e gostei da musica então eu deixei. Como leio no notebook, deixei a musica no fundo e pronto.

O difícil foi uma noite, depois de ler no notebook, deitar na cama e minha esposa perguntar:

- Desde quando você gosta de Jazz?? (Pergunta seca de bate pronto e parecia que ela estava remoendo aquilo por muito tempo)

- Não sei... Gostei da musica como fundo de leitura (meio tenso/desconcertado por ter cometido uma irregularidade/heresia ou sei lá o que)

- Tô de olho hein? Eu tô de olho... (Fala olhando para mim procurando por algo)

Conclusão: Minha esposa tem ciúmes de Jazz.

terça-feira, 14 de maio de 2013

Mania de mentir


Eu e mais um dialogo com minha consciência:

- Com gente conhecida vindo visitar o blog, vou ter que parar de mentir.

- Mas você disse que iria parar e que não ia mentir mais...

- Putz... Eu e essa mania de mentir.

quinta-feira, 2 de maio de 2013

Mentos x Coca Cola

Chego na minha mesa chupando Mentos, quando meu colega de mesa fala todo tenso:

- Recebi um e-mail que uma criança morreu ao tomar Coca-Cola e chupar mentos.

- Serio?

- Sim, lá em São Paulo...

Meio nervoso, porque se Mentos e Coca-Cola fosse mortífero quando consumido juntos, isso seria digno de um Globo Repórter ou um especial do Dr. Dráuzio Varela no Fantástico, falo:

- Isso é lenda urbana não é não?

E ele meio puto não querendo largar mão da informação (como se fosse A informação) começa argumentar e eu mais nervoso falo que vou ver no Google se tem alguma notícia.

E o meu colega que não gosta de Mentos com Coca-Cola fala em um tom solene antes de levantar da mesa:

- Mas você não vai tomar Coca-Cola né? Então tá bom.

Fui no Google e não vi nenhuma noticia em algum portal sobre morte de alguém ingerindo as duas coisas...

Ai eu fiquei pensando... Mentos com Coca-Cola e o novo Manga com Leite?

:)

.Fim.

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Apelidos que já tive

O primeiro apelido que me lembro é Banheirinho, porque adorava pedir para ir ao banheiro na hora da aula. Depois foi Tição, nunca gostei desse apelido, pois eu era o mais preto (Ou seria o único? Ou seria o único que não revidava?) da 5ª serie. Fiquei com esse até a 8ª serie. Que deu lugar para o "Filho da Professora de Matemática" (estudei na mesma escola que minha mãe dava aula).

No segundo grau meu apelido era Kalango (foi até nick do ICQ), porque eu era (e sou) meio corcunda. Ai veio a faculdade e cismaram que eu pareço com o Dadá Maravilha. Esse apelido de Dadá durou toda minha faculdade e eu ingenuamente achava que ia ficar sem ele depois de formado. Mas como o mercado profissional é um pinico tem gente que solta ele ainda, apesar de não lembrar de terem falado em reuniões. E tem os colegas da época também, claro! Que não me deixam esquecer.

Até surgiu um que quase nunca escuto: Marinheiro. Porque li uma vez que estavam precisando de tripulação e pensei em fazer o curso para velejar em alguma férias passada achando que poderia no futuro viajar de graça. Não fiz, mas contei a vontade e apelidado fui.

Hoje em dia não tenho mais apelidos, será que eu estou ficando velho? Hehehe

terça-feira, 2 de abril de 2013

Ônibus lotado


Pegando ônibus ontem completamente lotado, entro e fico espremido no meio da escada do ônibus... ai fica aquele tempão e começa uma cena já vivida por mim tantas vezes. O trocador bate a moeda e começa a pedir para o povo dar um passo para frente, o povo que ta fora pedi para entrar falando o clássico “aperta ai gente” o povo de dentro que quer sair logo fala o também clássico “Atrás vem outro”. O motorista fica querendo fechar a porta... Mas o que me chamou a atenção foi uma senhora que estava querendo entrar e gritava:

- Gente eu preciso entrar, eu to atrasada e esperando ônibus um tempão e param de mentir que tem ônibus atrás porque não tem.

A dona entrou e o ônibus sai.

Passa alguns pontos e o motorista abre a porta e eu escuto a mesma senhora com uma cara de santa assumindo o novo papel e convencendo uma moça: “Tem outro ônibus logo atrás, menina”.

:-)

terça-feira, 5 de março de 2013

Concurso(1)


Rendi-me ao mundo maravilhoso de ser um funcionário publico: um mundo rodeado de estabilidade financeira, jornada reduzida e com qualidade de vida. Meu primeiro concurso foi para o BNDES, vaga carioca (Solzão, praia da barra).

Acordei cedinho, peguei uma revista (para distrair antes, entre e depois da provas), lapiseira, borracha, caneta preta e fui para lá.

Chegando lá, achei cheio demais, gente de diferentes sotaques, mas todos mais novos que eu. Achei estranho isso e para falar a verdade eu não liguei – idade é um critério de desempate e eu to na vantagem.

Uma vez li em um livro do William Douglas (O William Wallace dos concursos públicos) e ele dava dicas de alongamentos, comida durante a prova e eu sempre pensava “que frescura”. Caramba quando a primeira prova tava no final a fome batia a porta e a dor no pescoço já tava crescendo tanto que já tinha chegado ao ombro.

Eu passei ? Provavelmente não, mas serviu para ver algumas falhas no meu conhecimento. E vamos que vamos...

Ps.: Essa vai para a galeria das coisas que nunca eu entendi depois de uma prova:
Conferir gabarito com o “colega”. Só faz os dois ficarem na duvida quando a resposta não bate. E com cara de “ah tá” quando a resposta bate.

sábado, 2 de março de 2013

Tambores e Triangulos com Distorção

Não sei a idade das pessoas que leem isso aqui... Mas quando comecei a me interessar por música foi no começo da década de 90. Me interessei por Rock e era mais ou menos assim: eu fingia que entedia o que eles falavam e pronto. Não me interessava muito pela letra, mas pelo ritmo da musica.

No começo eu escutava o que passava no radio que era Guns, Nirvana, Pearl Jam, Alice In Chain, Red Hot Chilli Pepper e afins. Também escutava algumas coisas que não estavam no radio que era Sepultura, Mega Death e por ai vai...

Até que um dia em meados de 93 eu escutei essa musica:

Raimundos - Esporei na manivela
A gente sempre escutava esse album na casa de minha madrinha e ela falava assim: "Ué como que toma no cu errado?"

E outra que eu fica escutando do album era a clássica Puteiro em João Pessoa:


E de repente eu comecei escutar um festival de musicas que misturavam sons nacionais e o Rock, aqui em BH tinha a clássica do Virna Lisi - Eu quero essa mulher


E como uma banda levava a outra eu comecei a escutar Zé Cabeleira, Planet Hemp,  Mundo Livre S/A, Patu Fu, Skank... Mas foi quando escutei essa musica pela primeira vez eu pirei...

Nação Zumbi - Praieira


A MTV começava a pegar no meu bairro e eu ficava vendo as entrevistas, shows e clipes do Chico Science e a Nação Zumbi, talvez eram as letras ou o ritmo do maracatu com distorção. A verdade que ela ficou sendo minha banda nacional favorita por anos, apesar que eu nunca tinha ido a nenhum show deles.

E depois de vários e longos anos, a Nação Zumbi veio tocar em BH. A Julia não entendia a excitação que eu e meu irmão estávamos ao ver o show. E te falar que foi um puta show... vê los ao vivo é bem melhor que no CD, os tambores na "cozinha" batem com força...


E fazendo esse post encontrei um show de 2012 no Marco Zero - Recife - PE, PQP!!!!!



.Sem Mais.

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Manual deste blogueiro


Não importa a indireta ele sempre vai achar que é para ele. Sempre! Não importa aonde, blog, facebook, reunião de condomínio e afins...

.Sem Mais.

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Atendendo o telefonema da minha esposa (Atualizado)

 - Oi mô, tá comendo?

- Não, foi só uma gofada...

Ah, essa intimidade...

PS após duvida da Natália T. (Saudade de te ler moça): O que é gofada: o mesmo que vômito de bebê. Para adulto sabe quando o bolo alimentar vem e volta? Isso é uma gofada.

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Vitorias x Derrotas


Tinha uns 12 anos na época e apesar do sonho de ser jogador de futebol nunca fui bom de bola, na educação física eu sempre ficava na categoria dos últimos a ser escolhido. E para completar, na escola que estudava tinha um campeonato no recreio e por motivação do professor decidimos fazer um time da categoria dos que ficavam por ultimo.

O campeonato era realmente uma copa, quem perdeu estava fora. E em sorteio que nosso capitão garantiu ser legitimo tiramos o time mais forte. Eu fiquei incumbido em marcar o Yuri o menino era mais forte que eu, mais alto do que eu.

Não lembro antes do jogo, do vestiário, mas lembro do durante do jogo. O calor da “grande” torcida contra.  Logo quando o juiz apitou fui marcar o Yuri, não largava ele por nada. Minha marcação era eficiente. Não batia nele, mas não deixava ele dominar sozinho. O chute que era forte, sempre chegava ou mascado ou sem direção para o nosso gol.

Eu estava indo bem, até que o Yuri perde a paciência e durante o jogo começa a me humilhar, eu não escutava. Somente marcava. Mas nos final do jogo em um lance de escanteio que na época no futebol de salão era com a mão ele grita: “SEU MACACO!” Paro no lance. Ele sobe sozinho e marca o gol. Nosso time perdeu por 1 a 0, gol do Yuri, que volta para a sala todo cheio de si.

Mas hoje chego á conclusão que dessa derrota ficou uma lição que já foi base de muitas vitorias... 

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Bodas de Algodão


Hoje eu faço bodas de algodão, dois anos em que o enlace entre eu e minha esposa foram realizados. Fretamos um ônibus e fomos de BH – Petrópolis.

Não me achava nervoso, até a hora de dividir os quartos do albergue...

Não me achava tenso até a hora do silencio da igreja antes da marcha nupcial.

Não achava que seria uma grande responsabilidade até o padre começar a falar.

Não achava que era tão querido até a festa começar.

Não achava que essa nova fase seria tão boa até ser casado.

Ps.: Este post já estava programado e estava passando por revisão. Viu ju?!?!? hehehe

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Ah essa responsabilidade

Estou virando um homenzinho, me tornei sub-sindico de um condomínio com cerca de 160 apartamentos. Infelizmente por motivos legais não posso falar nada o que ocorre por lá (já previamente alertado pela minha esposa).

Estou lá há alguns dias e já to morrendo de vontade de postar algumas histórias! Ah essa merda de responsabilidade!

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

5 Segundos


Acho que foram 5 segundos, foram simples 5 segundos... Se contar rapidinho você conta até 7 no máximo. Mas para mim foi uma eternidade. A gente tinha que chegar a cidade de campinas e estávamos quase chegando, mas eu não sei o que aconteceu. Só vi que eu estava no meio desses segundos. Durante estes míseros 5 segundos nunca senti tanto medo em toda minha vida, mentiria se eu falasse o contrario.

Não lembro se gritei quando o carro começou a girar. Só lembro meu braço para fora do carro e eu com consciência do que estava acontecendo. Só sei que eu recolhi meu braço e coloquei entre minhas pernas. Não escutei barulho do som, entre um barulho das coisas quebrando eu escutava o silencio. Não rezei, não daria tempo, mas pedi para aquilo parar e parou. (não sei se de olhos abertos ou fechados)

Quando o carro parou eu olhava para minha mão sem rumo e todo mundo em volta da gente, e ai veio uma pergunta para a Julia de um estranho que me fez voltar a consciência:

- Você consegue mexer os pés?

Ainda bem que a Julia mexia os pés. Estávamos bem! Sem um carro, mas bem!

E às vezes eu me pego debatendo com minha consciência: Depois do acidente eu me tornei uma pessoa melhor? E a resposta é sempre a mesma: - Gostaria de ter me tornado, mas eu acho que não me tornei não.

Mas que eu dei trabalho para o homem lá de cima isso eu dei.

.Amém.

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Meus Olhos...


Estava vindo trabalhar e uma mancha negra estava aonde eu olhava, cheguei a ficar preocupado porque ela mexia aleatoriamente e não no foco para onde eu olhava. Seria um inicio de glaucoma? Pressão do olho alta de mais? Derrame nas vistas? Não era só uma formiga...

Preciso lavar os óculos antes de sair de casa...

:)

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Tudo no onibus


Moro longe do meu trabalho e para falar a verdade eu sempre morei longe dos meus colégios, era tão longe, tão longe que quando eu pegava especial o almoço ficava pronto às 10:50 e eu pegava especial umas 11:30 isso tudo para chegar na escola às 13:00.

Viagens longas pode ser um lugar para conhecer gente, meus pais se conheceram dentro de um ônibus indo para faculdade, por exemplo. Acho que foi minha mãe que viu meu pai em pé e ela perguntou se não podia levar as coisas dele. (Sem trocadilhos...)

O curioso que como os horários são sempre repetitivos a gente meio faz uma amizade com o povo do ônibus. Eu já vi gente até fazendo amigo oculto no ônibus... Sério!

Era um grupo de amigos que se conheceram no ônibus e só se viam durante a ida e volta do trabalho e pensaram nisso. Tinha até a tradicional apresentação. No meio do ônibus lotado a pessoa falava e as outras tentavam adivinhar.  Imagina a gritaria no balanço do ônibus. Acho que não tinha bebida porque o trocador daquele horário disse que não seria uma boa, pois isto era contra as normas da empresa.

Saudades do 1204 – Lagoinha Cidade Industrial.

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Pareço legal mas...


O condomínio onde eu moro tem uma norma: Lixo na lixeira do condomínio: somente nas segundas, quartas e sextas. Isto foi estabelecido porque todo mundo colocava qualquer dia da semana e é claro estava trazendo bichos.

Ontem eu acordei meio grogue jurando que era quarta-feira, juntei os lixos do apartamento e quando sai vi as lixeiras trancadas, só ai que dei conta que era quinta-feira. Voltar com o lixo para o apartamento? Muito longe e eu estava já me atrasando...

Então lá vou eu com o lixo na mão pensando o que fazer com as sacolas. Passo na frente de uma caçamba e encostada nela estava uns caras me encarando tipo: “Cara, você não vai colocar o lixo aqui”

Continuo subindo a rua e vejo uma lixeira suspensa de uma casa, era o lugar perfeito. Era meio escondido e a rua estava vazia. Vou lá correndo e morrendo de medo de ser pego e quando coloco o lixo no vizinho o carro na garagem liga.

Saio todo sem graça do delito cometido tomando cuidado para o dono da casa não me ver.

Resumindo: Pareço um cara legal, mas já coloquei meu lixo na lixeira do vizinho.

terça-feira, 16 de outubro de 2012

Cirurgia da minha mãe

Minha mãe esta passando por uma cirurgia no abdômen estética na verdade, mas como toda a cirurgia ela tem o seu risco. Sempre que ela é questionada sobre esse risco, ela vai e solta:

- Viver é um grande risco.

Acho que minha mãe esta lendo muito autoajuda (Augusto Cury?) ultimamente.


.Fim.

Updated: Minha mãe esta bem, não falei com ela ainda mas ela esta bem no quarto do hospital.

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Outra Mania


Não sei se já escrevi isso aqui, mas tenho uma mania de não andar com dinheiro na carteira, se ando é pouco e já dá para imaginar as consequências: Volta e meia fico sem dinheiro por ai e somado a minha outra mania de mexer nos óculos me torno um duro com dedo nos óculos.

A pior situação que já passei foi uma vez que fiquei sem dinheiro para voltar para casa na época da escola, estava no centro de Belo Horizonte sem dinheiro para voltar em uma época que não tinha cartão, conta em banco, nada.

Me vi sozinho no centro, sem dinheiro e ninguém para pedir ajuda. Fui para o ponto tentar ver se alguém do bairro estava lá e nada. Depois de passar vários ônibus e nenhum conhecido descer dele ou chegar ao ponto me vi na situação de pedir.

Parei na frente de um senhor e pedi dinheiro para ele e ele não me deixou terminar, negou. Pedi para uma mulher que também negou. Vários negaram... Era difícil pedir dinheiro para um estranho, não conseguia olhar nos olhos me sentia humilhado por ter que pedir e escutar a recusa.

Até que uma senhoria me chama no canto e fala:

- Menino vai pegar qual ônibus?

- 5501.

- Você perdeu o vale transporte?

- Perdi sim.

- Toma o dinheiro (era R$ 0,35) e vai com Deus.

Não sabia o que dizer para ela, só agradeci com um sorriso e falei:

- Obrigado! Deus lhe pague dona!

E sai correndo para pegar o ônibus que estava parado e já era tarde para eu voltar para casa.

Volta e meia me vejo dando dinheiro para alguém entrar no ônibus.